Rio Tinto aumentou produção da mina Diavik

A empresa divulgou os mais recentes resultados do ano de 2022, em que se registaram aumentos na produção de diamantes, após se ter tornado a única proprietária da mina em 2021.

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A mina canadiana produziu cerca de 4,7 milhões de quilates em 2022, quando no ano de 2021 tinha produzido aproximadamente 3,9 milhões de quilates, o que representa uma variação positiva de 21% entre os dois anos.

A Rio Tinto salientou, no recente relatório, que a produção do quarto trimestre do ano passado foi 14% mais elevada do que a do período homólogo do ano anterior, porque conseguiu aumentar os níveis de produção ao adquirir 100% da mina em Novembro de 2021.

Tendo em conta os quatro trimestres do ano passado, a Diavik produziu 991 mil quilates no primeiro trimestre e cerca de 1,15 milhões de quilates no segundo.

No terceiro trimestre a produção chegou aos 1,19 milhões de quilates e no quarto trimestre atingiu o maior valor de todos, de aproximadamente 1,32 milhões de quilates.

A Diavik é neste momento a única mina que a Rio Tinto opera e explora, uma vez que a mina Argyle, localizada na Austrália, encerrou em 2020 e o projeto Falcon (Fort à la Corne), em Saskatchewan, no Canadá, teve uma atividade limitada durante o último trimestre.

O projeto está neste momento em cuidado e manutenção, enquanto a Rio Tinto considera “opções comerciais alternativas, incluindo uma possível saída”, afirmou a empresa.

No entanto, como o fim da vida útil da mina Diavik está a aproximar-se, com o seu encerramento previsto em 2025, a proprietária conta com uma produção entre 3 e 3,8 milhões de quilates para o ano de 2023, valores bem inferiores àqueles que considerou para o ano passado.

Inicialmente, previu ter uma produção entre os 4,5 e 5 milhões de quilates para 2022 e a mina produziu 4,7 milhões de quilates.

Fonte: Rio Tinto

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