Na segunda-feira, Sunak, tornou-se o primeiro líder de origem indiana do país e isso alimentou as esperanças de que este possa responder mais favoravelmente aos pedidos de retorno do diamante.
Essa icónica pedra de 105,6 quilates, peça central da coroa da falecida rainha Elizabeth II, foi apresentada à Grã-Bretanha pelo marajá de Lahore em 1847, após a guerra anglo-sikh.
A Índia não foi o único país a reivindicar o diamante, também o Paquistão, Irão e Afeganistão o fizeram.
A morte da rainha Elizabeth, no mês passado, e a possibilidade da rainha consorte Camilla o usar na próxima coroação, em Maio, só veio acender ainda mais o debate Koh-i-Noor.
A hashtag Kohinoor foi destaque no Twitter, com milhares de indianos a exigirem o seu retorno.
O premiado jornalista indiano, Barkha Dutt, escreveu no Twitter: “Agora é só devolver o Koh-i-noor e, nem todos, mas alguns pecados serão perdoados”, acrescentando que “seria de facto um momento histórico”.
Sunak descreve-se como “um hindu orgulhoso”, nasceu na Grã-Bretanha e os seus pais têm ascendência punjabi.
A sua esposa, Akshata Murthy, é filha do bilionário indiano Narayana Murthy, presidente da gigante de tecnologia de informação, Infosys.



